Há pouco
tempo li uma frase de um dos grandes personagens da história mundial que me
deixou muito pensativa diante dos meus vários projetos mirabolantes que nem
sempre saem do papel.
Se quiser ter uma boa idéia, tenha uma porção de idéias.
Thomas Edison (1847-1931)

E,
essa frase não saiu da minha cabeça, pois ela na sua simplicidade conseguiu
resumir todo o conceito por trás de uma das técnicas de desenvolvimento da
criatividade mais conhecida: o brainstorm ou “tempestade de idéias”.
A
técnica, simplesmente falando, é um esforço coletivo em prol da resolução de
uma questão predefinida. O participante de um brainstorm não deve julgar ou
criticar as ideias dos outros integrantes, ele devem apenas ouvir as ideias por
mais incomuns que sejam e melhora-las e/ou combina-las com outras.
Exemplo: Tenho uma folha de papel
riscada de caneta e preciso da folha sem o risco aparente, em um brainstorming
sobre a questão:
·
O Participante A propõe que devemos esfregar uma
borracha sobre o risco.
·
O Participante B propõe que devemos esfregar uma
borracha que apaga caneta sobre o risco.
·
O Participante C propõe que devemos aplicar
corretivo líquido sobre o risco.
·
O Participante D propõe que devemos aplicar fita
corretiva sobre o risco.
Assim,
um melhorou a ideia anterior e chegamos a uma opção que não danifica a
estrutura do papel e atende ao problema ocultando o risco.
O
termo brainstorm se tornou popular pelas mãos de Alex Osborn Faickney em 1939 e nasceu a
partir de um problema que ele enfrentava que era a falta de criatividade de
seus funcionários. Ao reunir os funcionários em sessões para pensamento ele
percebeu uma melhoria na qualidade e na quantidade de ideias.
Atualmente
as empresas utilizam esta técnica para desenvolver seus produtos, criar publicidade,
solucionar problemas, novas formas de gerenciamento, etc. A técnica
também pode ser utilizada individualmente, e segundo especialistas também proporciona
resultados surpreendentes.
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